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Amor nas férias (e um pedido no fim): a história real de May & Mateus 💛

  • Foto do escritor: Mayara Santos
    Mayara Santos
  • 16 de jun. de 2025
  • 3 min de leitura

Se me contassem que eu terminaria noiva de um capricorniano vascaíno que eu conheço desde que ele usava fralda, eu ia rir alto e dizer: “Só se for em outra vida!” Mas a vida tem dessas: dá voltas, reapresenta pessoas e, quando a gente menos espera… bum! Vira amor.

Sou a May, pisciana com ascendente em “choro com comercial de margarina” (13/03/1996).


Ele é o Mateus, capricorniano clássico (10/01/1998): calmo, prático e cheio de surpresas. A gente se conhece desde sempre — tipo, de verdade. Nos víamos nas férias quando eu ia pro Maranhão visitar a família, e ele era só o “primo mais novo, quietinho, gente boa”.

A lógica fria dele tentando lidar com a minha mente sonhadora é basicamente o resumo do nosso relacionamento… e ainda assim, dá certo!

Um reencontro com plot twist


Durante alguns anos, ele morou em Brasília — inclusive na casa dos meus pais — enquanto fazia o ensino médio. E mesmo dividindo o mesmo teto por um tempo, nunca rolou nada. Zero clima. Nenhum flerte. Era só convivência mesmo.


Até que, em uma das minhas viagens ao Maranhão, muitos anos depois, a gente foi pra uma festa. Eu tava naquela vibe "tô de férias, tô de boa", e de repente me vi dando em cima dele. Sim, eu dei em cima dele — e ele ficou com aquela cara clássica de "será se eu tô entendendo certo?". (Spoiler: tava.)


A gente ficou naquela noite. E nas outras também. Durante toda a viagem, ficamos juntos — sem ninguém saber. O combinado era: “é só nas férias”. Mas como é que a gente ia saber que a vida tinha outros planos?


Um caso de verão… que virou vida


No fim das férias, ele contou que ia se mudar pra Brasília pra fazer faculdade. E adivinha? Não conseguimos mais desgrudar. Começamos a nos ver com frequência, ainda escondidos, ainda naquela de “ninguém precisa saber”. E assim seguimos — namorando escondido por mais de um ano e meio.


Foi o tempo perfeito pra gente se descobrir, fortalecer o que tava nascendo e criar uma base sólida. Quando decidimos contar, já era sério demais pra qualquer julgamento atrapalhar.

"Casal sentado lado a lado em frente a uma parede rosa, sorrindo e interagindo com dois cachorros. A mulher segura um cão preto de porte pequeno no colo, enquanto o homem acaricia um cão branco e encaracolado que está em seu colo. O clima é de carinho e alegria."
Eu, Mateus, Woody e Clarinha <3 nossa família

Da bagunça ao lar


Hoje moramos juntos. Ele não só me escolheu como escolheu também meu doguinho (sim, virou pai de pet).

 Um pequeno poodle de cor creme, com pelo fofo, está sentada parcialmente dentro de uma bolsa de transporte cinza. Uma de suas patas dianteiras está estendida para fora da bolsa, tocando o colo de uma pessoa vestindo calças cor de vinho. Ao lado dela, há uma bolsa preta com estampa de caveiras coloridas.
Woody

E ainda adotamos mais uma cachorrinha, porque casal que vive junto adota junto, né?


Um homem sorridente de óculos segura um cachorro preto pequeno que está envolto em um tecido azul claro, como um curativo ou cobertor. O cachorro tem a língua para fora e parece um pouco tonto, com os olhos revirados. Ambos estão em frente a um prédio com um cartaz e algumas plantas.
Mateus e Clarinha

Nosso cantinho é cheio de risadas, memes internos, dois cachorros bagunceiros e muito amor. Ah, e futebol. Porque somos dois vascaínos convictos. Inclusive, passamos o último Dia dos Namorados assistindo a vitória do Vasco. Isso sim é relacionamento de verdade.


Unidos no som (e nos shows)


Tem outra coisa que une a gente forte: música. A gente ama as mesmas bandas, os mesmos shows, o mesmo estilo. Linkin Park é um xodó dos dois — fomos juntos no show deles aqui em Brasília há alguns anos, ano passado repetimos a dose e esse ano vamos de novo.


Já estivemos juntos no Rock in Rio, no Capital Moto Week, cantando alto em shows do Wesley Safadão, Gusttavo Lima, Detonautas, Jorge & Mateus, Imagine Dragons, One Republic… Enfim, se tem palco e música, é lá que a gente tá.


Nossa meta como casal é clara e simples: viajar bastante e colecionar shows memoráveis.


 Uma selfie tirada de cima mostra uma mulher loira e um homem de barba deitados em um ambiente com uma parede roxa vibrante. A mulher, em primeiro plano, tem um braço levantado fazendo um sinal de "paz" e uma tatuagem de borboleta no antebraço. O homem, atrás dela, está em um pufe amarelo e também levanta um braço fazendo um sinal de "chifres". Ambos parecem relaxados e olham para a câmera.
A gente descansado no show do Henrique e Juliano

O pedido, o plano e o pra sempre


O pedido veio no tempo certo. Foi do jeitinho dele: direto, bonito, cheio de intenção. Eu disse sim sem pestanejar (e chorando, claro).


Agora estamos nos organizando pra ter uma celebração com a nossa cara — reunindo nossas famílias de Brasília e do Maranhão, com calma, com planejamento e com muito amor. Tá um pouco longe, mas é porque estamos fazendo tudo no nosso ritmo.


A gente se escolhe todo dia


Nosso amor é leve, real, cheio de parceria e feito de pequenas coisas. Se você nos visse juntos, entenderia: é riso fácil, conversa boba, planos divididos e o tipo de intimidade que só nasce quando duas pessoas realmente se gostam — e se admiram.


A gente se escolhe todos os dias. Na fila do supermercado, na vitória do Vasco, na hora de dobrar as toalhas do jeito errado (ele, no caso), ou de cantar alto no carro. E quer saber? É isso que faz tudo valer a pena.


Se você também acredita que o amor pode começar nas férias, continuar escondido e terminar com um pedido de casamento cercado de doguinhos, música, futebol e parceria... então você vai entender o porquê de tudo isso fazer tanto sentido. 💛


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